quinta-feira, 29 de março de 2018

Renoir e o impressionismo

Pierre-Auguste Renoir nasceu  em Limoges, França, a 25 de Fevereiro de 1841
Durante um período da sua adolescência tornou-se aprendiz de pintura em porcelana.
Copiava desenhos para decorar pratos e outras louças e usava todo o tipo de pintura decorativa, o que lhe permitiu angariar algum dinheiro para entrar na École de Beaux-Artes.
A sua forte tendência para desenhar levou-o a imitar  quadros pendurados no Louvre.
Fez amizades com Claude Monet e, mais tarde, através deste, com Pissarro e Paul Cézanne
Entre 1870 e 1883 entra no seu período impressionista.






Para os impressionistas era muito importante pintar no exterior pela interpretação das cores, pelos contrastes de luz e sombra, do colorido e dos vários cambiantes que surgiam  de acordo com a luz e a hora do dia em que pintavam.
Entre 1884 e 1887, Renoir entrou num período de quase rotura com o impressionismo.
Entretanto, a sua pintura vai-se modificando lentamente. A figura feminina ganha dimensão e pinta com frequência a figura da esposa e do filho que nasceu tardiamente.
Os seus trabalhos são reconhecidos o que lhe permite ter uma vida desafogada.
Após uma exposição, um quadro seu foi comprado pelo Louvre o que lhe trouxe mais notoriedade.
Surgiu-lhe uma doença reumática que o atacou durante anos e as dores quase insuportáveis condicionavam-no. Chegou a pintar com os pincéis amarrados entre os dedos, nas mãos ligadas.
Veio a falecer em 3 de Dezembro de 1919 acometido de uma pneumonia.
Foi classificado como o pintor da Luz, da Felicidade e da Harmonia e um dos mais famosos pintores do movimento impressionista.
Produziu cerca de 6000 trabalhos.
"Le Moulin de la Galette", óleo sobre tela que se encontra no Musée d´Orsay em Paris, é o marco da pintura impressionista.



 

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