sábado, 2 de junho de 2018

Recordar é viver


Viajar abre-nos horizontes.
É um investimento pessoal que nos traz conhecimento e enriquece-nos a todos os níveis.
As experiências vividas e as emoções sentidas são únicas, são nossas. 
Podemos viajar várias vezes para o mesmo lugar mas as reacções emotivas do belo ou do menos belo serão sempre diferentes. Estarão sempre condicionadas pelo momento.

Há dias, ao olhar umas fotos, recordei uma das primeiras visitas de estudo da AUTITV realizada em Maio de 2005.
"Na rota de Aquilino e Torga" vivemos  momentos culturais e de convívio, numa época em que tudo ainda era novidade,
na recente instituição.







Houve homenagens na Fundação Aquilino Ribeiro e na Junta de Freguesia, a Miguel Torga, através dos cantares da nossa Tuna.
Sob a regência do maestro Manuel Peixoto cantámos, entre outras,  Senhora da Lapa e a Tirana.


Passámos pelas "Terras do Demo", terras selvagens de serras graníticas e abruptas, vimos monumentos megalíticos e visitámos 
o Santuário da Senhora da Lapa.















Continuámos por paisagens de verde salpicadas pela alvura das
      flores dos sabugueiros e chegámos a Ucanha.



Passámos a bela ponte-fortaleza e maravilhámo-nos com a transparência das águas e a quietude do rio Varosa.

Depois do descanso no hotel que mira o rio Corgo, parámos no Santuário de Panóias que se reporta ao século II/III.


 A descida para o Pinhão e depois para a Régua deixou-nos extasiados perante o espectáculo único de vinhas em socalcos, como só o Douro nos oferece e que mais parecem telas bordadas.



A exuberância da fachada principal do Solar de Mateus, os meandros dos seus luxuriantes jardins e o exotismo do arvoredo não deixam indiferente qualquer alma sensível.
Fica sempre a vontade de voltar.












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